10 de janeiro de 2008

Solidão.

Afundando no sofá da sala. A televisão manda imagens, mas nada é captado pelos meus olhos inertes. Pensei em jogar tudo para o alto e voltar ao que era antes, mas.
Não posso voltar, mudei tanto que o mundo de ontem não me cabe mais.
Um gole longo de cerveja e eu volto ao normal. A normalidade que todos conhecem, porque eu sem nada sou o nada perambulando pelos becos escuros da solidão.
Solidão. Solidão. Solidão.
Estamos todos tão sozinhos. E a solidão é uma condição tão e unicamente humana. Só nós temos consciência disso, os animais. Bem, os animais é que são felizes.

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